segunda-feira, 29 de agosto de 2011

CEA FOLCLORE

Mesmo com o sol quente os alunos dom CEA, Eunice Jerônimo de Oliveira, Eugênia Viana Rodrigues e Chapeuzinho Vermelho prestigiaram as apresentações.
As garotas do 6º ano B1, apresentaram a dança com determinação e afinco.
As apresentações prosseguiram na escola CEA com a mesma disposição da praça.
Ivana do 9º B2 cantou e apresentou seu número de florista muito bem.
A profª Elizângela Azevedo juntamente com a profª Deyse Nascimento trabalharam para que a segunda culminância do folclore no CEA acontecesse com estilo glamour.

sábado, 27 de agosto de 2011

ÚLTIMA OFICINA

Eu e minhas queridas professoras e meu querido professor que com afinco estudamos as TPs do Gestar II e agrgamos conhecimento a nossa vida de mediadores do conhecimento.
A nossa despedida foi comovente, ouvir de colegas, coisas que jamais pensei ouvir, obrigada minhas lindas.

Depois de um período, exaustivo de abstinência, a última oficina do GESTAR II de linguagem foi possível de ser realizada.



Depois de um período, exaustivo de abstinência, a última oficina do GESTAR II de linguagem foi possível de ser realizada.
No dia 30 de julho, como de costume, nos reunimos em uma da escola CEA para trocarmos experiências, realizarmos leitura e estudarmos a nossa última atividade do GESTAR II.
Propositalmente o texto escolhido para a sequência didática foi A LÍNGUA, te pergunto por que será?
Te respondo as más língua de Alcobaça, jamais acreditaram que eu daria conta e conseguir com louvor levar o GESTAR II de LINGUAGEM até o fim com uma quantidade admirável de participantes.


sábado, 18 de junho de 2011

SINAL DE VIDA

Amados e amadas não estou afastada de vocês porque quero, mas pela situação na qual me encontro.
Como é sabido pela maioria de vocês no ano de 2008 realizei o CONCURSO PÚBLICO PARA ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO, com 23 vagas em aberto e fui a 12º colocada e até hoje não fui empossada, mesmo que no município de Alcobaça sete (7) escolas funcionam sem coordenação e cinco(5) com um coordenador a menos que o esperado.
Estou sempre indo ao tribunal para fazer valer meu direito de cidadã alcobacense e contribuinte de impostos.
Meu amado prefeito LEONARDO COELHO DE BRITO e sua secretária de educação, cultura e esporte MAVILDE ALVES CARVALHOS, pouco se importarem com a melhoria da educação municipal e acreditarem que a única coisa que importa é calçar ruas e reformar escolas por meio de suas empresas de fachadas e o resto que se dane, estou voltado e aos poucos colocando minha vida em ordem.
Conto com vocês internautas para divulgar a má gestão do popular Léo Brito em Alcobaça e interior, só quem sofre na pele sabe o que eu estou retratando aqui.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

INDIGNAÇÃO TOTAL 2

Como Pedagoga, Graduanada em LETRAS e Epecialista em Língua Portuguesa e Psicopedagogia Institucional e Pós-Graduanda em Coordenação Pedagógica e Planejamento e aprovada no último concurso da Gestão do prefeito Leonardo Coelho de Brito da cidade de Alcobaça no 12º lugar de 23º vagas abertas, percebo um abandono na educação alcobacense.
A escola CEA, onde ministro aulas de Português para duas turmas de 6º ano e uma de 9º ano com muita dificuldade, a escola conta com duas coordenadoras com horário flexiveis, não para a escola, não dão suporte no planejamento, se quer sugere uma ideia para tentarmos solucionar os graves problemas da escola:
  1. Baixo rendimento na aprendizagem;
  2. Agressividade no espaço escolar;
  3. Indisciplina;
  4. Violência de estranho que invade o espaço escolar pelo muro, baixo demais, portões quebrados e falta de policiamento na proximidade da escola;
  5. Bullyng;
  6. Ambiente inadequado para o trabalho( sala pichadas, sujas e sem ventilação).
Então para quê elegemos uma direção que , infelizmente, não tem autonomia, tudo que pretende fazer é barrado pela SEMECE e PREFEITURA. Enquanto professora só lamento, mas como mãe convido a vocês leitores e seguidores deste blog a uma campanha para a melhoria do CEA.
Não podemos trabalhar frente a tantas falhas, vocês que são mães, responsáveis e pais junte se a mim nessa luta por uma educação melhor e segurança e a seus filhos.
Divulgue essa inquietação para seus amigos, forneça o endereço do BLOG ou poste no seu ORKUT essa idgnação.
Não pense que o que aconteceu na escola de REALENGO, está longe de acontecer aqui, já tivemos alunos prometendo fazer a mesma coisa se as notas da I unidade não forem a contento. Você quer seu filho vivo ou morto? Então comece a agir o mais rápido possível.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Intertextualidade: fator de relevância na compreensão do texto

A intertextualidade é muito importante e é um requisito indispensável ao funcionamento discursivo, ou seja, sintonizaro texto com as várias interpretações.
Tal definição leva o aluno à melhora de sua capacidade de recepção de textos, proporcionando uma nova perspectiva de leitura que o leve a observar o texto como um conjunto estruturado de pistas, a ser interpretado como um todo coerente. A intertextualidade favorecer o processo ensino-aprendizagemda língua materna, a nossa Língua Portuguesa.
Estamos falando sobre intertextualidade e a definição de texto não foi abordada. Então, o que é texto? Com certeza, o texto portador de todo o seu sentido, é absorção e transformação de outro texto e a intertextualidade se fixa na transformação e assimilação de vários textos.
Segundo Kristeva, “a intertextualidade introduz um novo modo de leitura: a leitura intertextual”. Isso mostra que cada referência intertextual compreende uma alternativa da leitura do texto.
Não tem como evitar o pensamento de que a formação do aluno leitor é uma etapa necessária para a formação do aluno produtor de textos. Então, devemos, como professores de português incentivar o gosto pela leitura e estimular a produção escrita, por meio de diferentes textos: crônica, romance, conto. O que não se pode esquecer é da intertextualidade na compreensão de um texto.
Formar um leitor capaz de ler qualquer tipo de texto é transformar um aluno em sujeito com possibilidades de superar seus limites, conduzindo-o à reflexão sobre a realidade na qual ele se insere.
Portanto, tornar-se leitor não significa que o mesmo é um escritor. A primeira serve apenas de base e estímulo para que o aluno exercite o raciocínio para posterior produção de texto.

PLANO DE AULA III

Disciplina: Língua Portuguesa
Turma: 1ª série
Objetivos gerais: identificar em qual estágio de desenvolvimento da escritaos alunos se encontram.
Levar os alunos a perceberem que a escrita é a representação da fala através de uma história contada pelo professor.
Objetivos específicos: trabalhar os estágios do desenvolvimento da escrita com os alunos.
Conteúdos: correspondência entre oralidade/escrita; silabação.
Desenvolvimento metodológico: a aula é iniciada com a narração de uma viagem a outro planeta. Será dito aos alunos que os habitantes do planeta visitado só entendem a linguagem oral dos humanos se for acompanhada de palmas e a linguagem escrita se representada por bolinhas.
Assim, o professor deverá dizer o seu nome e, para cada sílaba, bater palmas uma vez.
Cada um dos alunos fará o mesmo, com seus respectivos nomes.
Posteriormente, o professor dirá aos alunos que os habitantes do planeta desejam conhecer o planeta Terra. Pousaram a nave perto de um campo de futebol e querem saber o nome do jogo, pedindo aos humanos que escrevam (usando bolinhas). E, finalmente, os alunos devem fazer o desenho docampo de futebol.
Continuando a história, os habitantes do planeta querem saber o nome daquilo redondo que as pessoas correm atrás. É a bola, também escrita através de bolinhas.
Finalmente, as pessoas se assustam com uma cobra no meio do campo de futebol e os alunos devem escrever a palavra COBRA. Depois, os habitantesdo planeta são convidados para comer pão. E, lá vão os alunos a escreverem a palavra PÃO em bolinhas.
No final, os alunos devem fazer um desenho que ilustre toda a história.

PLANO DE AULA I

Disciplina: Língua Portuguesa
Turma: 3ª e 4ª séries
Objetivo geral: identificar as dificuldades apresentadas pelos alunos quanto à ortografia, concordância verbal e nominal, coerência e coesão de texto na produção de textos escritos.
Objetivos específicos: trabalhar com questões ortográficas, concordância, coerência e coesão textual e diferenciar a linguagem oral da linguagemescrita.
Conteúdos: ortografia; concordância verbal e nominal; pontuação; análise textual.
Desenvolvimento metodológico: para iniciar a aula, o professor deve se apresentar e pedir aos alunos que também se apresentem. Pode ser trabalhadaa ordem alfabética dos nomes.
O próximo passo é verificar o estágio da escrita dos alunos através de uma dinâmica de estimulação à produção escrita, sendo denominada “conversa por escrito”.
Esta técnica deve ser realizada em dupla, e a mesma conversa sobre o que quiser através da folha de papel.
Após os minutos estabelecidos, escolhe-se uma dupla e transcreve a conversa na lousa, e serão trabalhadas a ortografia, pontuação, concordância,coerência e coesão textual.
Pode ocorrer um possível desdobramento da atividade: escolher um texto para analisá-lo de forma estrutural ( regras gramaticais).
Avaliação: diagnóstica: durante a participação e atuação das atividades, assim como por meio de uma produção escrita.

PLANOS DE AULA

Em primeiro lugar, é preciso que os professores sintam e assumam a necessidade de transformar a realidade da escolasociedade e conceba o planejamento como um dos meios a serem utilizados para efetivar esta transformação.
É importante insistir que o trabalho de planejamento e a tarefa de prepará-lo, devem ser refletidos e avaliados por toda a equipe escolar.
O processo de planejamento, bem como seus desdobramentos em elaborar, vivenciar, acompanhar e avaliar planos é o próprio espaço da práticapedagógica do educador.
O papel do professor é fundamental, não só como informante ou programador de atividades e interferências, mas também como modelo de escritor/leitor. Ele deve ter em toda perspectiva de trabalho o desenvolvimentocompleto da capacidade linguística de seus alunos.
Algumas visualizações de como pensar o seu planejamento, na questão do conteúdo e forma:
• na 1ª. série ( alfabetização) pode ser assim estruturado, primeiramente as atividades de linguagem ( gestos, desenhos, cores, movimentos, sons) e atividades de reflexão, por exemplo a escrita como representação da falae as letras como representação dos fonemas.
• na 3ª série deve ser dada maior ênfase às atividades de linguagem, de produção e interpretação de textos orais e escritos.
• a 4ª série deve basear-se na leitura e interpretação de diversos tipos de textos e os recursos expressivos utilizados pelos autores. Deve trabalhartam bém com a apreciação crítica, o ponto de vista do autor.
Na 4ª série, como também na 5ª série, podem ser trabalhadas as várias possibilidades que a língua oferece como forma de construção, conforme os elementos que são considerados relevantes para o discurso e as perspectivas nas quais se deseja construir a oração. Não deixar de lado a flexão e a família de palavras - seu valor e significação.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

SÍNTESE DO TEXTO BRASIL- FILOSOFIA E EDUCAÇÃO: novas perspectivas

Por Zenaide Franco

Um país de homens livres precisa ter no seu entorno uma harmonia entre a educação e filosofia para que o povo não perca seus valores morais, éticos, políticos e sociais, e não venham ser escravos da pequena elite burguesa que comanda esse mundo capitalista e excludente. A filosofia na educação é imprescindível para fazer com que o povo e reflita sobre sua vida, educação, direito e deveres e assim vir a lutar por seus direitos constitucionais.

O percebido no texto do Claudemiro é que a educação sozinha não é capaz de modificar o homem da camada popular e que ela juntamente com a filosofia possa despertar o homem para um pensamento crítico e reflexivo sobre a sua atuação no mundo em que vive.

No ano de 2003 Lula, um sindicalista assumiu a presidência do Brasil, o povo conhecia seu ser como a aula 01 explica que a filosofia é a amiga do sabedoria e sendo sábio você procura conhecer a essência do ser e Lula foi eleito para ser um presidente do povo, mas não foi bem assim governou mais para a elite burguesa, porque para os proletariados sobrou os planos fome zero, bolsa escola, família, vale gás, diga que esmola oferta pelo presidente “salvação”.

Após leitura das aulas de 01 a 48 e do texto Brasil - Filosofia e Educação: novas perspectivas foi possível perceber que a política educacional existente no país não atende a maioria da população, pois o ensino, ainda, é fragmentado deixando a população a mercê dos ditames da elite burguesa que só pensa na classe elitista, esquecendo que um país é formado por povos de cultura e de poder aquisitivo diferente.

De como se constitui a questão da produção de sentido

De como se constitui a questão da produção de sentido
Reflexões contemporâneas afirmam que a construção de sentidos, seja pela fala, escrita ou leitura, está diretamente relacionada às atividades discursivas e às práticas sociais às quais os sujeitos têm acesso ao longo de seu processo de socialização.
As atividades discursivas podem ser compreendidas como as ações de enunciação que representam o assunto que é objeto da interlocução e orientam a interação. A construção das atividades discursivas dá-se no espaço das práticas discursivas, ou seja, no âmbito de ações de um nível mais geral e orientadas socialmente. Essas ações são determinadas, de um lado, por práticas e maneiras de fazer sentido, do outro, por formas de tirar sentido da linguagem, de uma dada comunidade social.
O fato de que os alunos têm sido vistos com freqüência como aqueles que não sabem falar e escrever, ou ainda, que os professores estejam sendo tachados, também comumente, como profissionais que não conseguem levar seus alunos a conhecerem bem sua língua, remete já às diferenças nos estilos comunicativos. A diversidade de estilos, no entanto, tem sido vinculada à imagem da incapacidade que teriam professores e alunos.
A partir dessa maneira de encararmos a questão, a distinção entre o desenvolvimento do aluno como indivíduo letrado e seu processo de escolarização é explícita e fundamental.
Em outras palavras, estou propondo que enfatizemos as práticas discursivas de leitura e escrita como fenômenos sociais, que ultrapassam os limites da escola. Parto do princípio de que o trabalho realizado por meio da leitura e produção de textos, muito mais que decifração/transcrição de signos lingüísticos, é de construção de significação e atribuição de sentido mediante não apenas os elementos lingüísticos: essas são atividades culturais. Pressuponho, também, que a leitura e a escrita são atividades dialógicas, e que a imagem mútua dos interlocutores é um elemento crucial para os processos que se realizam na interlocução. Acredito ainda que os eventos ligados à escrita devem ser vistos como dinâmicos, e que, em decorrência da atribuição recíproca de imagens pelos interlocutores que aí se constituem, sejam eles reais ou virtuais, há a negociação ou não dos sentidos.
Estou adotando, tal como Kleiman (1993, p.3), a visão de que o processo de letramento é constituído por “práticas e eventos relacionados ao uso, função e impacto da escrita na sociedade”, segundo a qual a leitura e a escrita realizada pelos alunos é orientada não apenas pelo processo de escolarização, mas também pela experiência prévia e/ou exterior à escola.
Este ponto de vista, que demanda uma mudança de postura e acarreta muito trabalho, pode vir a reduzir alguns dos conflitos entre professores e alunos, entre a demanda social e a demanda escolar: ao menos porque a diferença não será vista como deficiência.
Adotar esse ponto de partida nos leva, também, a ampliar o espaço para o trabalho com leitura e escrita para além das aulas de português.
O foco de meu interesse aqui, como se vê, não é o processo de ensino e aprendizagem de palavra escrita em si, o aspecto técnico, mas a relação entre o conhecimento da palavra escrita e a escolarização. Neste sentido, é fundamental termos em mente que ensinar não é a mesma coisa que aprender, pois são processos diferentes, o primeiro dos quais permite uma avaliação explícita, porque é feito para o outro, o segundo realizado internamente, sem que se possa categorizar diretamente os processos pelos quais se dá.

Matencio, M de L. M. Leitura, produção de textos e a escola. Campinas: Mercado das Letras, 1994. p.17-19.