sábado, 18 de junho de 2011

SINAL DE VIDA

Amados e amadas não estou afastada de vocês porque quero, mas pela situação na qual me encontro.
Como é sabido pela maioria de vocês no ano de 2008 realizei o CONCURSO PÚBLICO PARA ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO, com 23 vagas em aberto e fui a 12º colocada e até hoje não fui empossada, mesmo que no município de Alcobaça sete (7) escolas funcionam sem coordenação e cinco(5) com um coordenador a menos que o esperado.
Estou sempre indo ao tribunal para fazer valer meu direito de cidadã alcobacense e contribuinte de impostos.
Meu amado prefeito LEONARDO COELHO DE BRITO e sua secretária de educação, cultura e esporte MAVILDE ALVES CARVALHOS, pouco se importarem com a melhoria da educação municipal e acreditarem que a única coisa que importa é calçar ruas e reformar escolas por meio de suas empresas de fachadas e o resto que se dane, estou voltado e aos poucos colocando minha vida em ordem.
Conto com vocês internautas para divulgar a má gestão do popular Léo Brito em Alcobaça e interior, só quem sofre na pele sabe o que eu estou retratando aqui.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

INDIGNAÇÃO TOTAL 2

Como Pedagoga, Graduanada em LETRAS e Epecialista em Língua Portuguesa e Psicopedagogia Institucional e Pós-Graduanda em Coordenação Pedagógica e Planejamento e aprovada no último concurso da Gestão do prefeito Leonardo Coelho de Brito da cidade de Alcobaça no 12º lugar de 23º vagas abertas, percebo um abandono na educação alcobacense.
A escola CEA, onde ministro aulas de Português para duas turmas de 6º ano e uma de 9º ano com muita dificuldade, a escola conta com duas coordenadoras com horário flexiveis, não para a escola, não dão suporte no planejamento, se quer sugere uma ideia para tentarmos solucionar os graves problemas da escola:
  1. Baixo rendimento na aprendizagem;
  2. Agressividade no espaço escolar;
  3. Indisciplina;
  4. Violência de estranho que invade o espaço escolar pelo muro, baixo demais, portões quebrados e falta de policiamento na proximidade da escola;
  5. Bullyng;
  6. Ambiente inadequado para o trabalho( sala pichadas, sujas e sem ventilação).
Então para quê elegemos uma direção que , infelizmente, não tem autonomia, tudo que pretende fazer é barrado pela SEMECE e PREFEITURA. Enquanto professora só lamento, mas como mãe convido a vocês leitores e seguidores deste blog a uma campanha para a melhoria do CEA.
Não podemos trabalhar frente a tantas falhas, vocês que são mães, responsáveis e pais junte se a mim nessa luta por uma educação melhor e segurança e a seus filhos.
Divulgue essa inquietação para seus amigos, forneça o endereço do BLOG ou poste no seu ORKUT essa idgnação.
Não pense que o que aconteceu na escola de REALENGO, está longe de acontecer aqui, já tivemos alunos prometendo fazer a mesma coisa se as notas da I unidade não forem a contento. Você quer seu filho vivo ou morto? Então comece a agir o mais rápido possível.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Intertextualidade: fator de relevância na compreensão do texto

A intertextualidade é muito importante e é um requisito indispensável ao funcionamento discursivo, ou seja, sintonizaro texto com as várias interpretações.
Tal definição leva o aluno à melhora de sua capacidade de recepção de textos, proporcionando uma nova perspectiva de leitura que o leve a observar o texto como um conjunto estruturado de pistas, a ser interpretado como um todo coerente. A intertextualidade favorecer o processo ensino-aprendizagemda língua materna, a nossa Língua Portuguesa.
Estamos falando sobre intertextualidade e a definição de texto não foi abordada. Então, o que é texto? Com certeza, o texto portador de todo o seu sentido, é absorção e transformação de outro texto e a intertextualidade se fixa na transformação e assimilação de vários textos.
Segundo Kristeva, “a intertextualidade introduz um novo modo de leitura: a leitura intertextual”. Isso mostra que cada referência intertextual compreende uma alternativa da leitura do texto.
Não tem como evitar o pensamento de que a formação do aluno leitor é uma etapa necessária para a formação do aluno produtor de textos. Então, devemos, como professores de português incentivar o gosto pela leitura e estimular a produção escrita, por meio de diferentes textos: crônica, romance, conto. O que não se pode esquecer é da intertextualidade na compreensão de um texto.
Formar um leitor capaz de ler qualquer tipo de texto é transformar um aluno em sujeito com possibilidades de superar seus limites, conduzindo-o à reflexão sobre a realidade na qual ele se insere.
Portanto, tornar-se leitor não significa que o mesmo é um escritor. A primeira serve apenas de base e estímulo para que o aluno exercite o raciocínio para posterior produção de texto.

PLANO DE AULA III

Disciplina: Língua Portuguesa
Turma: 1ª série
Objetivos gerais: identificar em qual estágio de desenvolvimento da escritaos alunos se encontram.
Levar os alunos a perceberem que a escrita é a representação da fala através de uma história contada pelo professor.
Objetivos específicos: trabalhar os estágios do desenvolvimento da escrita com os alunos.
Conteúdos: correspondência entre oralidade/escrita; silabação.
Desenvolvimento metodológico: a aula é iniciada com a narração de uma viagem a outro planeta. Será dito aos alunos que os habitantes do planeta visitado só entendem a linguagem oral dos humanos se for acompanhada de palmas e a linguagem escrita se representada por bolinhas.
Assim, o professor deverá dizer o seu nome e, para cada sílaba, bater palmas uma vez.
Cada um dos alunos fará o mesmo, com seus respectivos nomes.
Posteriormente, o professor dirá aos alunos que os habitantes do planeta desejam conhecer o planeta Terra. Pousaram a nave perto de um campo de futebol e querem saber o nome do jogo, pedindo aos humanos que escrevam (usando bolinhas). E, finalmente, os alunos devem fazer o desenho docampo de futebol.
Continuando a história, os habitantes do planeta querem saber o nome daquilo redondo que as pessoas correm atrás. É a bola, também escrita através de bolinhas.
Finalmente, as pessoas se assustam com uma cobra no meio do campo de futebol e os alunos devem escrever a palavra COBRA. Depois, os habitantesdo planeta são convidados para comer pão. E, lá vão os alunos a escreverem a palavra PÃO em bolinhas.
No final, os alunos devem fazer um desenho que ilustre toda a história.

PLANO DE AULA I

Disciplina: Língua Portuguesa
Turma: 3ª e 4ª séries
Objetivo geral: identificar as dificuldades apresentadas pelos alunos quanto à ortografia, concordância verbal e nominal, coerência e coesão de texto na produção de textos escritos.
Objetivos específicos: trabalhar com questões ortográficas, concordância, coerência e coesão textual e diferenciar a linguagem oral da linguagemescrita.
Conteúdos: ortografia; concordância verbal e nominal; pontuação; análise textual.
Desenvolvimento metodológico: para iniciar a aula, o professor deve se apresentar e pedir aos alunos que também se apresentem. Pode ser trabalhadaa ordem alfabética dos nomes.
O próximo passo é verificar o estágio da escrita dos alunos através de uma dinâmica de estimulação à produção escrita, sendo denominada “conversa por escrito”.
Esta técnica deve ser realizada em dupla, e a mesma conversa sobre o que quiser através da folha de papel.
Após os minutos estabelecidos, escolhe-se uma dupla e transcreve a conversa na lousa, e serão trabalhadas a ortografia, pontuação, concordância,coerência e coesão textual.
Pode ocorrer um possível desdobramento da atividade: escolher um texto para analisá-lo de forma estrutural ( regras gramaticais).
Avaliação: diagnóstica: durante a participação e atuação das atividades, assim como por meio de uma produção escrita.

PLANOS DE AULA

Em primeiro lugar, é preciso que os professores sintam e assumam a necessidade de transformar a realidade da escolasociedade e conceba o planejamento como um dos meios a serem utilizados para efetivar esta transformação.
É importante insistir que o trabalho de planejamento e a tarefa de prepará-lo, devem ser refletidos e avaliados por toda a equipe escolar.
O processo de planejamento, bem como seus desdobramentos em elaborar, vivenciar, acompanhar e avaliar planos é o próprio espaço da práticapedagógica do educador.
O papel do professor é fundamental, não só como informante ou programador de atividades e interferências, mas também como modelo de escritor/leitor. Ele deve ter em toda perspectiva de trabalho o desenvolvimentocompleto da capacidade linguística de seus alunos.
Algumas visualizações de como pensar o seu planejamento, na questão do conteúdo e forma:
• na 1ª. série ( alfabetização) pode ser assim estruturado, primeiramente as atividades de linguagem ( gestos, desenhos, cores, movimentos, sons) e atividades de reflexão, por exemplo a escrita como representação da falae as letras como representação dos fonemas.
• na 3ª série deve ser dada maior ênfase às atividades de linguagem, de produção e interpretação de textos orais e escritos.
• a 4ª série deve basear-se na leitura e interpretação de diversos tipos de textos e os recursos expressivos utilizados pelos autores. Deve trabalhartam bém com a apreciação crítica, o ponto de vista do autor.
Na 4ª série, como também na 5ª série, podem ser trabalhadas as várias possibilidades que a língua oferece como forma de construção, conforme os elementos que são considerados relevantes para o discurso e as perspectivas nas quais se deseja construir a oração. Não deixar de lado a flexão e a família de palavras - seu valor e significação.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

SÍNTESE DO TEXTO BRASIL- FILOSOFIA E EDUCAÇÃO: novas perspectivas

Por Zenaide Franco

Um país de homens livres precisa ter no seu entorno uma harmonia entre a educação e filosofia para que o povo não perca seus valores morais, éticos, políticos e sociais, e não venham ser escravos da pequena elite burguesa que comanda esse mundo capitalista e excludente. A filosofia na educação é imprescindível para fazer com que o povo e reflita sobre sua vida, educação, direito e deveres e assim vir a lutar por seus direitos constitucionais.

O percebido no texto do Claudemiro é que a educação sozinha não é capaz de modificar o homem da camada popular e que ela juntamente com a filosofia possa despertar o homem para um pensamento crítico e reflexivo sobre a sua atuação no mundo em que vive.

No ano de 2003 Lula, um sindicalista assumiu a presidência do Brasil, o povo conhecia seu ser como a aula 01 explica que a filosofia é a amiga do sabedoria e sendo sábio você procura conhecer a essência do ser e Lula foi eleito para ser um presidente do povo, mas não foi bem assim governou mais para a elite burguesa, porque para os proletariados sobrou os planos fome zero, bolsa escola, família, vale gás, diga que esmola oferta pelo presidente “salvação”.

Após leitura das aulas de 01 a 48 e do texto Brasil - Filosofia e Educação: novas perspectivas foi possível perceber que a política educacional existente no país não atende a maioria da população, pois o ensino, ainda, é fragmentado deixando a população a mercê dos ditames da elite burguesa que só pensa na classe elitista, esquecendo que um país é formado por povos de cultura e de poder aquisitivo diferente.

De como se constitui a questão da produção de sentido

De como se constitui a questão da produção de sentido
Reflexões contemporâneas afirmam que a construção de sentidos, seja pela fala, escrita ou leitura, está diretamente relacionada às atividades discursivas e às práticas sociais às quais os sujeitos têm acesso ao longo de seu processo de socialização.
As atividades discursivas podem ser compreendidas como as ações de enunciação que representam o assunto que é objeto da interlocução e orientam a interação. A construção das atividades discursivas dá-se no espaço das práticas discursivas, ou seja, no âmbito de ações de um nível mais geral e orientadas socialmente. Essas ações são determinadas, de um lado, por práticas e maneiras de fazer sentido, do outro, por formas de tirar sentido da linguagem, de uma dada comunidade social.
O fato de que os alunos têm sido vistos com freqüência como aqueles que não sabem falar e escrever, ou ainda, que os professores estejam sendo tachados, também comumente, como profissionais que não conseguem levar seus alunos a conhecerem bem sua língua, remete já às diferenças nos estilos comunicativos. A diversidade de estilos, no entanto, tem sido vinculada à imagem da incapacidade que teriam professores e alunos.
A partir dessa maneira de encararmos a questão, a distinção entre o desenvolvimento do aluno como indivíduo letrado e seu processo de escolarização é explícita e fundamental.
Em outras palavras, estou propondo que enfatizemos as práticas discursivas de leitura e escrita como fenômenos sociais, que ultrapassam os limites da escola. Parto do princípio de que o trabalho realizado por meio da leitura e produção de textos, muito mais que decifração/transcrição de signos lingüísticos, é de construção de significação e atribuição de sentido mediante não apenas os elementos lingüísticos: essas são atividades culturais. Pressuponho, também, que a leitura e a escrita são atividades dialógicas, e que a imagem mútua dos interlocutores é um elemento crucial para os processos que se realizam na interlocução. Acredito ainda que os eventos ligados à escrita devem ser vistos como dinâmicos, e que, em decorrência da atribuição recíproca de imagens pelos interlocutores que aí se constituem, sejam eles reais ou virtuais, há a negociação ou não dos sentidos.
Estou adotando, tal como Kleiman (1993, p.3), a visão de que o processo de letramento é constituído por “práticas e eventos relacionados ao uso, função e impacto da escrita na sociedade”, segundo a qual a leitura e a escrita realizada pelos alunos é orientada não apenas pelo processo de escolarização, mas também pela experiência prévia e/ou exterior à escola.
Este ponto de vista, que demanda uma mudança de postura e acarreta muito trabalho, pode vir a reduzir alguns dos conflitos entre professores e alunos, entre a demanda social e a demanda escolar: ao menos porque a diferença não será vista como deficiência.
Adotar esse ponto de partida nos leva, também, a ampliar o espaço para o trabalho com leitura e escrita para além das aulas de português.
O foco de meu interesse aqui, como se vê, não é o processo de ensino e aprendizagem de palavra escrita em si, o aspecto técnico, mas a relação entre o conhecimento da palavra escrita e a escolarização. Neste sentido, é fundamental termos em mente que ensinar não é a mesma coisa que aprender, pois são processos diferentes, o primeiro dos quais permite uma avaliação explícita, porque é feito para o outro, o segundo realizado internamente, sem que se possa categorizar diretamente os processos pelos quais se dá.

Matencio, M de L. M. Leitura, produção de textos e a escola. Campinas: Mercado das Letras, 1994. p.17-19.

A EDUCAÇÃO ALCOBACENSE

A EDUCAÇÃO ALCOBACENSE x DESCASO

Na primeira etapa do ensino fundamental, os alunos são "anjinhos" respeitadores, todavia ao atingirem a segunda etapa do mesmo ensino tudo se transforma.
Muitos desses"anjinhos" chegam ao ensino fundamental II, 6º sem o domínio da leitura e com um domínio ortográfico precário. De quem é a culpa?
1ª resposta a mais óbvia, são os professores que não sabem ministrar aulas.
2ª resposta a mais aceitável a Secretaria Municipal de Educação não investe em formação continuada.
3ª resposta, talvez a correta: os alunos são lançados na escola com uma bagagem cultural fraca e saem de lá mais fracos devido a tantas exigências e programas superflúo que a SEMECE envia sem o devido preparo dos " ditos" coordenadores de curso.
A educação em Alcobaça é o retrato do descaso, temos de tudo um pouco, direção inapta, professores irresponsáveis, escolas sem coordenadores, porque o munícipio abriu vagas mais não convoca os aprovados por questões política, como é sabido. [ povo educado é difícil de ser manipulado.
Na segunda etapa do ensino fundamental II é encontrado alunos leigos em geral, não sabem grafar o próprio nome. As classes gramaticais jamais lhes foram ensinados, fonologia, morfologia, sintaxe( que bicho é esse?), acredide esse é o retrato da educação alcobacense.
No Colégio Estadua Eraldo Tinoco o aprendizado não é diferente, principalmente, com os redas no qual os selecionados são uma lastimas, os alunos além de não teverem acesso a uma educação condizente com o esperado, tem mais aulas vagas do quê o esperado, é contado o dia em que os alunos tem cinco(5) alunas consecutivas.
A educação de Alcobaça éprecária nao porque os professores não detem conhecimento, mas porque assim deseja hierarquia: ilguém sabe qual é o nível de instrução do PREFEITO, VEREADORES,SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO E SUAS COORDENADORAS? Eu sei, mais você caro leitor já teve a curiosidade de saber.
As criança de ALCOBAÇA precisam de uma educação de QUALIDADE com professores atualizados, cabe a senhora secretaria de educação providenciar curso de formação continuada com oficina prática para fazer com que os professores"alienados", que não são todos , acordarem que são formadores de opinião e mediadores do conhecimento.
Zenaide Franco

KIMBERLIN E SUA AMIGA ANALICE NA ESCOLA.
EU NA CASA DE MINHA COMADRE CRISTIANE EM PRADO.
KEVIN, FRANCO E KIMBERLIN NO TORORÃO, FÉRIAS BOAS.
KIMBERLIN E SUA MÃE.
KEVIN E SUA MÃE.